O Grande Trauma Da Perda Da Inocência Infantil.
O Grande Trauma Da Perda Da Inocência Infantil.
(Conto-poema, em processo, sem revisão.)
Uma alma, quando nasce, vive pouco na inocência infantil,
por morrer tragicamente, devido ao descuido pelo desconhecimento congênito.
Vou explicar, sem enrolar. A pedido do Rodrigo Dias.
Veio em minha mente a imagem de criança passando por morte
violenta.
A ingenuidade a fez entrar pelo cano, literalmente.
O desespero com a água inundando o duto de esgoto, no qual
foi buscar bola ou cachorrinho (não sei) fez dele rato na ratoeira.
Estava de camiseta vermelha e short branco.
Calçava tênis preto e estava sem o inseparável boné de mané.
Círculos e mais círculos concêntricos vieram envolvê-lo, a
fim de conduzi-lo, pela Lei da Evolução, ao ideal estágio de desenvolvimento da
percepção.
A missão, sempre a missão...
Equilíbrio na equivalência.
O problema dos armários numerados de um a cem por pessoas
portando números de um a cem, abrindo e fechando os armários, mantendo-os ao
contrário de como o encontraram, na ordem de seus múltiplos, dos números
portados.
As explicações multiplicar-se-ão igual camadas da cebola.
Catarse.
Ainda me lembro: memória fotográfica foi provado existir?
Quanta coisa ficou para trás!
Dobre algumas folhas de sulfite A4, na missão de explicar ao
mundo como está se sentindo por dentro.
No coração.
NINA FERRAZ, psicografia de Maurício Menossi Flores.

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