O Artista Maurício Menossi Flores.
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Quero que me dê uma ideia de quem é Maurício Menossi Flores, de acordo com a internet.
Aqui está um resumo do que aparece sobre Maurício Menossi Flores na internet (baseado em fontes públicas online):
🎨 Perfil geral
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Maurício Menossi Flores é uma figura presente online como artista, escritor e autor de conteúdo. Ele mantém um perfil no Blogger onde publica textos, projetos e informações sobre seus trabalhos e interesses. Blogger
📺 Canal e presença digital
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Ele está associado ao canal “Galeria Maurício Menossi Flores – TV de Brinquedo” no YouTube, que tem centenas de inscritos e milhares de visualizações. Social Blade
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Também aparece ligado a perfis em redes como Pinterest e seu nome aparece em materiais divulgados online. Pinterest
🖼️ Atuação artística
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Foi destaque de exposições de arte na Zona Norte de São Paulo, com trabalhos envolvendo performance, intervenções e instalações. TV de Brinquedo
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Publica poemas e textos poéticos sob sua autoria em blogs e plataformas. TV de Brinquedo
✍️ Temas e estilo
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Seus textos frequentemente têm caráter reflexivo, experimental e existencial, misturando poesia, crítica e símbolos pessoais. TV de Brinquedo
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Ele participa de discussões e projetos culturais, incluindo adaptações literárias e monólogos teatrais, como material “em processo” publicado online. TV de Brinquedo
👥 Outras referências
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Informações pessoais detalhadas como data de nascimento, formação acadêmica, histórico profissional formal ou outros dados biográficos não são amplamente documentados em fontes públicas visíveis na internet (ao menos nos resultados que encontramos).
Se quiser, posso procurar artigos de notícias, entrevistas ou perfis mais aprofundados sobre ele — quer que eu faça isso?
Sim — Maurício Menossi Flores pode ser considerado um artista, e há várias bases na internet que sustentam essa percepção:
🎨 Evidências de atividade artística
🎭 O que isso significa em termos de arte?
Na arte contemporânea e na cena cultural independente, “ser artista” não depende apenas de reconhecimento institucional ou fama, mas principalmente de:
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criar e expressar ideias de forma original;
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usar meios visuais, textuais ou performáticos para comunicar experiências;
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expor, publicar ou apresentar sua produção para um público, mesmo pequeno;
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envolver-se em práticas estéticas reflexivas ou críticas.
Maurício Menossi Flores preenche esses critérios por meio de suas exposições, vídeos, poemas e textos — o que justifica considerá-lo um artista multimídia e criador cultural, ainda que atuando de forma independente e fora dos grandes circuitos artísticos mainstream.
Se você quiser, posso explicar que tipo de estilo artístico ele pratica (por exemplo: poético, performativo, crítico) com base nos textos e obras dele — quer essa análise detalhada?
Ótimo pedido — dá para esclarecer isso com bastante precisão conceitual, sem romantizar nem forçar rótulos.
1. Que tipo de artista é Maurício Menossi Flores?
Com base no conjunto do que ele publica e apresenta (textos, vídeos, exposições, performances, monólogos), Maurício pode ser compreendido como um artista contemporâneo independente, com as seguintes características centrais:
🎭 Artista multimídia e transdisciplinar
Ele não se restringe a uma linguagem. Trabalha com:
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poesia escrita e falada
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vídeo e audiovisual artesanal
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performance e ação artística
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dramaturgia curta e monólogos
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texto híbrido (entre ensaio, diário e poema)
Isso o coloca na tradição de artistas contemporâneos que não se definem por uma técnica única, mas por um modo de operar.
🧠 Arte como pensamento e processo
O foco do trabalho dele não é o acabamento formal clássico, mas:
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a ideia
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o gesto
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a reflexão
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o processo em curso
Muitos textos e obras são apresentados como em construção, em processo, em deriva. Isso aproxima sua prática de:
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arte conceitual
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poesia experimental
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performance existencial
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arte de diário / arte-vida
Aqui, a obra não é um “produto final”, mas um registro de pensamento e experiência.
📎 Produção fora do circuito institucional
Maurício atua majoritariamente fora de museus, grandes galerias e editoras. Em vez disso:
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cria seus próprios espaços (blog, canal, exposições locais);
-
publica de forma autônoma;
-
constrói um arquivo contínuo de trabalho.
Isso o insere claramente na arte independente e marginal, no sentido histórico do termo (não pejorativo): artistas que operam à margem do mercado dominante, mas não fora da arte.
2. Mas afinal: ele pode ser considerado artista mesmo não vivendo exclusivamente de arte?
📜 Critério histórico
A maior parte da história da arte foi feita por pessoas que:
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tinham outros trabalhos;
-
dependiam de patronos;
-
ensinavam, escreviam, trabalhavam em ofícios paralelos.
A ideia de “artista profissional sustentado apenas pela arte” é moderna e ligada ao mercado, não à essência da prática artística.
🎨 Critério contemporâneo (o mais importante)
Hoje, alguém é considerado artista quando:
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produz obras com intenção estética, poética ou crítica
-
assume essa produção como prática contínua, não ocasional
-
torna esse trabalho público, criando interlocução
-
reconhece sua própria prática como arte, mesmo sem chancela institucional
Maurício cumpre todos esses pontos.
💼 Trabalho ≠ identidade artística
Ter outra fonte de renda:
-
não invalida a produção artística;
-
não a torna “hobby” automaticamente;
-
muitas vezes garante liberdade criativa, pois o artista não depende do mercado para existir.
No caso dele, a arte não aparece como passatempo, mas como:
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eixo de pensamento;
-
forma de organização da vida simbólica;
-
prática insistente ao longo dos anos.
Isso é decisivo.
3. Em termos claros e diretos
👉 Maurício Menossi Flores pode ser considerado artista porque:
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produz obras autorais de forma contínua;
-
trabalha com linguagens artísticas reconhecíveis;
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expõe e publica seu trabalho;
-
opera dentro de uma lógica estética e conceitual;
-
constrói um corpo de obra, ainda que fragmentado e experimental.
Se quiser, posso ir um passo além e responder:
-
“Como a crítica acadêmica provavelmente classificaria esse tipo de artista?”ou
-
“Qual seria o lugar dele numa história alternativa da arte brasileira?”
Perfeito. Vou responder as duas perguntas anteriores e a terceira nova, de forma articulada, clara e sem idealizações.
1. Como a crítica acadêmica provavelmente classificaria Maurício Menossi Flores?
A crítica acadêmica não o descartaria, mas também não o enquadraria facilmente. O lugar mais provável seria algo como:
📚 Artista independente de prática híbrida e marginal
Em linguagem acadêmica, ele seria descrito por termos como:
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artista outsider funcional (não no sentido patológico, mas fora do sistema);
-
produtor de poéticas do cotidiano;
-
artista de arquivo pessoal contínuo;
-
prática artística não institucionalizada;
-
arte-processo / arte-vida.
A academia tende a observar o modo de operação, não o sucesso. E o modo de operação dele é coerente: produção constante, autoria clara, insistência temática e linguagem própria.
👉 O que impediria um reconhecimento acadêmico mais amplo não é a qualidade, mas:
-
a ausência de mediação institucional (curadores, críticos, editais);
-
a pulverização excessiva do material;
-
a recusa (ou desinteresse) por formatos de legitimação tradicionais.
Em termos acadêmicos, isso não invalida — apenas dificulta a leitura sistemática.
2. Qual seria o lugar dele numa “história alternativa da arte brasileira”?
Numa história não centrada apenas em museus, bienais e mercado, Maurício se encaixaria muito bem.
Ele estaria próximo de:
-
artistas de arte postal, zines e circuitos paralelos;
-
poetas marginais;
-
performers de bairro, centros culturais periféricos e espaços autônomos;
-
produtores que transformam o próprio cotidiano em obra.
📍 Em uma história alternativa, ele seria visto como:
um artista que constrói uma obra extensa, fragmentada e diarística, sustentada mais pela persistência do que pela consagração.
Esse tipo de artista não aparece nos livros canônicos, mas:
-
aparece em arquivos;
-
reaparece em pesquisas futuras;
-
costuma ser redescoberto quando alguém organiza o material.
Ou seja: ele é um artista de latência histórica.
3. A arte de Maurício Menossi Flores pode ter valor de mercado, mesmo ele atuando assim?
💰 Valor de mercado não é sinônimo de valor artístico
O mercado não compra “arte”, compra:
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recorte
-
escassez
-
narrativa
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legibilidade
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mediação
Hoje, a produção dele é:
-
muito abundante;
-
muito dispersa;
-
pouco hierarquizada.
Isso reduz o valor de mercado imediato, mas não elimina o potencial.
📈 Onde o valor pode surgir, concretamente?
A obra dele pode adquirir valor de mercado se houver:
1. Curadoria interna
Selecionar:
-
séries específicas;
-
textos-chave;
-
vídeos ou performances representativas.
👉 Mercado não compra “tudo”, compra conjuntos claros.
2. Transformação do arquivo em obra
Exemplos:
-
livro de artista;
-
edição limitada de poemas visuais;
-
registros performáticos tratados como obra;
-
exposições com conceito fechado.
Aqui, o valor surge do gesto de fechamento, não da produção em si.
3. Narrativa coerente
Quando alguém consegue dizer:
“Este é um artista que trabalha X, de tal maneira, por tais razões”
O mercado passa a entender o que está sendo vendido.
⚠️ O que impede valor de mercado hoje?
Não é a linguagem, nem a independência. É:
-
excesso de material sem edição;
-
ausência de escassez;
-
falta de mediação crítica externa.
Nada disso é definitivo — são condições técnicas, não artísticas.
Conclusão direta (sem rodeios)
-
Sim, Maurício Menossi Flores pode ser considerado artista.
-
Sim, a crítica acadêmica pode enquadrá-lo como artista contemporâneo independente.
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Sim, ele tem lugar numa história alternativa da arte brasileira.
-
Sim, sua arte pode ter valor de mercado —mas somente se houver curadoria, recorte e mediação.
Se quiser, posso ir ainda mais fundo e responder:
-
“O que exatamente precisaria ser feito para transformar parte dessa obra em algo comercializável?”ou
-
“Quais artistas brasileiros tiveram trajetórias parecidas?”
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