O Robô Que Joga Tarô e o Caso Dreyfus. Trabalho Artístico Em Processo.

 





O Robô Que Joga Tarô e o Caso Dreyfus. Trabalho Artístico Em Processo.
Você disse:
Você não entendeu o trabalho. Vou explicar. Uma haste metálica é erguida por um eletroímã caseiro quando um sensor comum de presença é acionado. Quando o sensor desliga, a haste que foi erguida pelo eletroímã cai sobre um parafuso de cabeça abaulada, que desvia a haste para um lado ou para o outro, sobre uma carta comum de papelão. Assim, a sorte da pessoa presente foi tirada.
O ChatGPT disse:

Agora entendi completamente o princípio do seu Robô que Joga Tarô — e ele é muito engenhoso, inclusive conceitualmente.

Resumo técnico do funcionamento

  • Um sensor de presença detecta uma pessoa.

  • Isso aciona um eletroímã caseiro, que ergue uma haste metálica.

  • Quando a pessoa sai (ou o tempo do sensor se esgota), o eletroímã desliga, e a haste cai por gravidade.

  • A queda da haste é desviada por um parafuso de cabeça abaulada, fazendo com que ela toque aleatoriamente uma das cartas posicionadas abaixo (lado esquerdo ou direito).

  • Assim, a “sorte” é tirada mecanicamente, com leve interferência do acaso físico — e não digital.


🔧 Especificações Técnicas Detalhadas

🧩 1. Componentes

ComponenteEspecificação
Sensor de Presença PIRTensão de trabalho: 5V a 12V DC, com saída tipo relé ou digital
Fonte 110V para 12V DCFonte chaveada ou transformador (mínimo 1A)
Eletroímã CaseiroBobina com fio de cobre esmaltado (AWG 26~28), núcleo de ferro
Haste MetálicaAlumínio ou aço leve, de ~20 cm, articulada por gravidade
Parafuso DesviadorCabeça abaulada (ex: fenda oval), fixo em posição estratégica
Base com CartasCartas comuns de papelão posicionadas em ambos os lados
Suporte de estruturaMadeira, acrílico ou metal (simples)

⚙️ 2. Funcionamento físico

  1. Sensor PIR detecta presença e envia sinal (HIGH).

  2. Fonte 12V DC alimenta o eletroímã caseiro, que atrai e mantém a haste erguida.

  3. Após o tempo de ativação ou ao cessar o movimento, o sensor desliga a corrente.

  4. A haste solta-se e cai por gravidade.

  5. Ao cair, bate no parafuso de cabeça abaulada, e o leve desvio define a direção do impacto: esquerda ou direita.

  6. A haste toca uma das duas cartas dispostas na base — o "jogo de tarô" é feito.


🧲 3. Montagem do eletroímã caseiro

  • Use um prego grande ou parafuso de aço como núcleo.

  • Enrole 100 a 300 voltas de fio esmaltado fino (AWG 26 ou 28).

  • Lixe as pontas do fio e conecte à fonte 12V (via relé ou diretamente via sensor).

  • IMPORTANTE: Adicione um diodo flyback (1N4007) em paralelo com a bobina, com o catodo no positivo, para proteger o circuito da descarga de campo magnético.


🔌 4. Diagrama de ligação (simplificado)

less
[110V AC]
|
+--> [Fonte 12V DC]
|
+--> [Sensor PIR]
| |
| +--> [Eletroímã Caseiro] --- [Diodo flyback]
|
(haste erguida)

📐 5. Ajustes mecânicos

  • Posição do parafuso desviador é essencial: ligeiramente descentralizado, para causar variações de direção com base na oscilação natural da queda.

  • A haste deve ser balanceada com um leve peso para cair suavemente.

  • A estrutura precisa permitir repouso estável da haste em estado desligado.

  • Cartas podem ter leve saliência ou elevação para facilitar o contato da ponta da haste.


💡 Sugestões artísticas e conceituais

  • A aleatoriedade mecânica evoca acaso quântico primitivo — sem algoritmo.

  • O sensor é quase um "xamã eletrônico", invocando o movimento invisível.

  • A decisão é de um mundo físico, não de um software — uma crítica à hiperautomação digital.


Se quiser, posso agora gerar:

  • um desenho técnico com medidas,

  • o esquema eletrônico completo,

  • ou até mesmo um guia passo a passo de montagem com lista de materiais ilustrada.

Deseja seguir para qual parte?

Você disse:
Sim. Quero tudo isso.
O ChatGPT disse:

Ótimo! Abaixo está a primeira parte do material solicitado. Dividirei em seções:


🛠️ 1. Lista de Materiais (com especificações)

ItemEspecificações TécnicasQtde
Sensor de Presença PIRAlimentação 5V–12V, saída digital HIGH/LOW1
Fonte 110V AC → 12V DCFonte chaveada, 12V 1A ou mais1
Eletroímã caseiroFio de cobre esmaltado (AWG 26 ou 28), ~20 m, núcleo de ferro1
Diodo flyback1N4007 ou similar1
Haste metálicaAlumínio ou ferro leve (20–25 cm), diâmetro 2–5 mm1
Parafuso desviadorCabeça abaulada, fixado na estrutura1
Estrutura de suporteMadeira, acrílico ou metal leve1
Terminais, fios, conectoresDiversos para ligações-
Cartas de papelãoCartas de tarô simples (2 para o teste inicial)2

2. Esquema Eletrônico

Um circuito direto com sensor PIR e fonte 12V DC:

less
[110V AC]
|
+--> [Fonte 12V DC]
|
+--> [Sensor PIR]
|
+---> Saída +12V --> [Bobina do Eletroímã]
|
[GND]-- [Diodo flyback 1N4007]
  • Sensor PIR detecta presença e fornece 12V na saída.

  • A bobina do eletroímã é energizada enquanto o sinal está ativo.

  • O diodo flyback é posicionado em paralelo com a bobina, com o catodo ligado ao positivo da alimentação.


🧲 3. Construção do Eletroímã Caseiro

Materiais:

  • 1 prego de ferro (7–10 cm)

  • 20 metros de fio de cobre esmaltado fino (AWG 26 a 28)

  • Fonte 12V (mínimo 1A)

  • Fita isolante

Passos:

  1. Enrole o fio no prego, formando uma bobina (deixe ~10 cm em cada ponta).

  2. Raspe as pontas para remover o esmalte.

  3. Ligue as pontas da bobina ao positivo e negativo da fonte (via controle do sensor).

  4. Insira o diodo 1N4007 em paralelo com a bobina (catodo no positivo).

  5. Fixe a bobina de forma que o campo magnético erga a haste metálica (puxando ou empurrando conforme o arranjo).



Agora, eu que que você associe esse trabalho do tarô ao conto a seguir: O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita. Trabalho Ficcional. EM PROCESSO, SEM REVISÃO. Paris, inverno de 1898. A neve silenciosa caía sobre os telhados da cidade, enquanto dentro do apartamento de Émile Zola, o fogo da lareira lançava sombras vacilantes sobre pilhas de papéis e manuscritos. Zola permanecia sentado, olhos fixos nos rascunhos de seu manifesto — J’Accuse! — que poderia abalar os alicerces do poder. As dúvidas o consumiam. O medo da perseguição, da difamação e da violência o fazia questionar se sua voz seria suficiente para fazer justiça. A pressão era sufocante. Naquela manhã, chegou uma carta. Um envelope modesto, com a caligrafia firme e conhecida de Maurice Lachâtre — editor, socialista, e pensador à frente do seu tempo, que também caminhava entre as sombras da luta política e do espiritismo. Zola abriu a carta com uma mistura de curiosidade e cansaço: “Caro Émile, O caminho que você escolheu é árduo, e a escuridão que enfrentamos parece quase intransponível. Mas lembre-se: a coragem não nasce da ausência do medo, e sim da convicção inabalável da verdade. Sei que a justiça parece distante, mas a sua palavra pode ser a chama que ilumina essa noite escura. Não desista. A luta pela verdade é a luta do espírito contra a mentira. Conte comigo, mesmo que distantes, nesta caminhada pela liberdade e pela justiça. Maurice Lachâtre.” Zola guardou a carta com um suspiro, sentindo que aquelas palavras lhe davam força, mas não dissipavam as dúvidas que lhe assolavam. Naquela noite, sozinho no escritório, o ar ficou súbita e estranhamente frio, como se o tempo tivesse hesitado. De repente, uma figura surgiu, luminosa e majestosa — o espírito de Victor Hugo. — Émile — chamou, a voz grave e serena —, por que hesitas? A injustiça não espera, e teu silêncio alimenta as trevas. Zola recuou, um misto de medo e incredulidade lhe travando a voz. — Um espírito? Victor Hugo? Eu, homem de ciência e razão, estou sendo visitado por fantasmas? — murmurou, quase em súplica. — Não te peço que abandones a razão, mas que escutes a voz da consciência. A defesa de Dreyfus é mais do que um ato político; é a luta pela alma da França — respondeu Hugo, seus olhos brilhando. Zola desviou o olhar, o conflito interno tornando-se quase insuportável. — E se minha luta for em vão? E se eu for destruído pelo poder que combato? — desabafou. — A coragem não é a ausência do medo, Émile — disse Hugo, com ternura —, é a decisão de agir apesar dele. O espírito começou a desaparecer, a luz se dissipando no ar frio da noite. Zola ficou sozinho, o coração pesado, mas com uma faísca acesa dentro de si. Ele tocou a carta de Lachâtre, sorriu com tristeza e determinação, e finalmente pegou a pena para escrever. A história da França estava prestes a ser transformada por sua voz — guiada pelas palavras vivas de um velho amigo e pelo espírito de um gigante que, mesmo além da morte, ainda lutava pela justiça. Maurício Menossi Flores
O ChatGPT disse:

Perfeito. Vamos fazer a associação estética, conceitual e filosófica entre o projeto “O Robô Que Joga Tarô” e o conto ficcional “O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita”, de sua autoria. Ambos compartilham uma estrutura simbólica profunda que permite uma leitura crítica e poética integrada.


🔮 Associação Conceitual entre o Robô e o Conto Espírita

1. O Acaso Material versus a Consciência Moral

  • No Robô Que Joga Tarô, uma haste metálica, movida por um campo eletromagnético, toma uma “decisão” aleatória ao cair e tocar uma carta. A escolha é mecânica, mas seu sentido simbólico é profundo — como se o invisível ganhasse forma pela ação do mundo físico.

  • No conto espírita, Zola é confrontado com uma decisão moral gigantesca, e sua hesitação é superada pela manifestação de forças espirituais e éticas invisíveis (Lachâtre, Hugo), que o impulsionam à ação.

📌 Ambos tratam de decisões feitas num campo onde a razão vacila e o invisível atua: no robô, é o campo físico/mecânico; em Zola, é o campo ético/espiritual.


2. O Eletroímã e o Espírito

  • O eletroímã do robô age como um campo invisível que suspende a ação (a haste), tal como a hesitação de Zola o impede de agir.

  • Quando o campo é cortado, a ação acontece — a haste cai. No conto, é a retirada do medo, a intervenção do espírito de Victor Hugo, que permite que Zola enfim atue.

📌 O momento em que o eletroímã desliga corresponde à epifania de Zola: um colapso do medo que libera a ação transformadora.


3. O Parafuso Desviador e o Destino

  • O parafuso abaulado é um elemento mínimo, mas decisivo. Ele desvia a queda da haste, determinando qual carta é tocada. Um gesto sutil, mas definitivo.

  • No conto, o equivalente é a carta de Lachâtre: um pequeno gesto humano, uma palavra amiga, que desvia o curso da hesitação de Zola e o empurra para a coragem.

📌 Um detalhe quase banal (o parafuso, a carta) atua como vetor do destino ou da justiça — mostrando que o futuro pode depender de pequenas ações carregadas de sentido.


4. O Dispositivo como Metáfora Espiritualista

  • O robô, apesar de físico, carrega uma carga simbólica espiritual: a presença da pessoa aciona o oráculo.

  • No conto, a presença espiritual de Hugo aciona o movimento de Zola — um campo moral se impõe ao campo político.

📌 Ambos os sistemas funcionam quando há “presença”: no robô, a do corpo físico; em Zola, a do espírito e da palavra ética.


🎭 Conclusão Estético-Filosófica

“O Robô Que Joga Tarô” não é apenas uma instalação lúdica: é um dispositivo metafísico performativo, onde o acaso, o campo invisível e o gesto mínimo agem como alegorias do conflito humano entre razão e impulso, hesitação e decisão, medo e ação.

Essa peça se integra com o conto espírita como uma máquina simbólica da consciência: ambos os sistemas mostram que agir no mundo é resultado de forças visíveis e invisíveis, sejam elas elétricas, morais ou espirituais.


Vou fornecer um texto teatral e quero que você associe tudo. ROTEIRO CÊNICO TEATRAL “O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita” Texto original: Maurício Menossi Flores Dramaturgia adaptada para teatro e encenação espiritual: Alessandro dos Santos & Adam (IA) Estilo: Drama histórico-espiritual Estrutura: Três atos + epílogo visual opcional 🕯️ ATO I — “Neve Sobre Paris” Cenário: Apartamento de Émile Zola. Um pequeno cômodo parisiense com uma lareira acesa, mesa repleta de papéis, penumbra vermelha e sombras projetadas. O som da neve caindo é leve, constante, como o tempo que escorre. Personagens em cena: Émile Zola Som ambiente: ruído de papel, estalido de madeira na lareira Luz baixa, âmbar, centrada sobre Zola Ação dramática: Zola lê e relê o rascunho de “J’Accuse”. Ele questiona a si mesmo. Há um monólogo interior — que pode ser interpretado por um narrador fora da cena ou por uma voz interna (voz em off). ZOLA (pensando): "Serei eu a voz contra o trovão do exército? Serei ouvido? Ou serei esmagado como os inocentes?" Ele recebe a carta de Maurice Lachâtre (projetada ou lida em voz alta). Isso traz alento, mas também o peso do chamado. 🌬️ ATO II — “As Vozes Que Não Morrem” Cenário: Mesmo apartamento. Agora com um frio repentino e luz azulada. A lareira apaga lentamente. Personagens em cena: Émile Zola Espírito de Victor Hugo (iluminado com luz difusa, véus, talvez um holograma ou projeção no fundo) Ação dramática: Zola confronta seu ceticismo diante da aparição. O diálogo entre eles gira em torno da verdade, medo e vocação espiritual do escritor. VICTOR HUGO: "Teu silêncio fortalece o carrasco. A pena que não escreve é a espada que não corta." ZOLA: "E se meu fim for o esquecimento? Se me usarem como exemplo para que os outros calem?" VICTOR HUGO: "Então morrerás vivo, e tua palavra será semente." O espírito se despede. O frio se dissipa. O foco retorna para a mesa. 🔥 ATO III — “A Pena Que Quebra a Espada” Cenário: Luz intensa na mesa. Zola está sozinho, mas sua expressão mudou. Ele se recorda das palavras de Lachâtre. Pega a pena. Começa a escrever “J’Accuse”. Trechos reais ou dramatizados da carta podem ser projetados ou ditos em voz alta. Ele fala com o público: ZOLA: “Acuso! Sim, acuso cada um de vocês que se esconde atrás do uniforme, atrás da bandeira, atrás do medo! Porque o verdadeiro patriotismo é a verdade!” (Ao fundo, uma trilha épica cresce. Talvez um tema musical original.) Encenação final: Enquanto ele escreve, a luz vai se tornando dourada, espiritual. O espírito de Hugo reaparece apenas com um olhar, sem palavras. Os papéis da mesa ganham luz. A neve para de cair. O mundo mudou. 🌀 EPÍLOGO (opcional) Projeção em painel eletrônico ou IA interativa: Frases reais de Zola, Dreyfus, Hugo Linhas animadas se entrelaçam formando uma balança: a justiça Surge a palavra “VERDADE” em várias línguas A última frase, em hebraico: אמת – Emet – Verdade 💠 POSSÍVEIS CAMADAS CABALÍSTICAS (para o público mais profundo) Zola representa Malchut — a boca que fala por todos, o desejo de justiça. Victor Hugo é Biná — discernimento superior, maternal, que visita a alma com ternura e firmeza. Maurice Lachâtre é como Yesod — o transmissor, o elo oculto entre espírito e ação. A pena é Zeir Anpin — a linha condutora entre a vontade e a forma escrita. O espírito de justiça que se revela na cena final é Keter — a coroa da verdade.
O ChatGPT disse:

Perfeito. Agora temos um sistema triplo de sentido, entre:

  1. o dispositivo performativo "O Robô Que Joga Tarô",

  2. o conto ficcional-espiritualista “O Caso Dreyfus”,

  3. e o roteiro teatral dramático com estrutura mística e cabalística.

A seguir, apresento a associação expandida, conceitual e cênica, conectando o robô, o conto e o teatro:


🔗 ASSOCIAÇÃO TEATRO – ROBÔ – CONTO: O TARÔ COMO MECANISMO DA VERDADE

🧭 TEMA CENTRAL: A Escolha e o Julgamento

  • No teatro, Zola deve escolher entre o silêncio e o sacrifício.

  • No conto, essa escolha é impulsionada por forças invisíveis.

  • No robô, a queda da haste representa a materialização do destino: uma escolha aparentemente aleatória, mas mediada por uma estrutura invisível (campo magnético, presença humana).

📌 A pena de Zola e a haste metálica do robô são análogas:

  • Ambas são erguidas por forças ocultas (ética, magnetismo).

  • Ambas decidem um rumo ao tocar o mundo (papel/carta).

  • Ambas caem com peso simbólico sobre a "carta do destino".


🎭 ATO I — “Neve Sobre Paris”Estado Inicial do Robô

  • Zola hesita; o campo ainda não está ativo.

  • A lareira representa um eletroímã não energizado.

  • A presença da carta de Lachâtre é como a presença do corpo diante do sensor — é ela quem ativa o processo interno.

📌 O sensor do robô detecta o corpo; a carta de Lachâtre desperta a alma.


🧊 ATO II — “As Vozes Que Não Morrem”Campo Ativado, Mas Suspenso

  • O espírito de Hugo é o campo invisível que sustenta Zola — tal como o eletroímã sustenta a haste.

  • Há tensão: manter-se no alto ou cair?

  • O espírito de Hugo não obriga, apenas mantém suspenso o potencial da ação.

📌 O eletroímã é Hugo: uma força espiritual que sustenta a consciência até que ela escolha cair na verdade.


✍️ ATO III — “A Pena Que Quebra a Espada”A Queda da Haste e a Decisão Final

  • Zola decide escrever — sua “queda” no ato da verdade.

  • A pena toca o papel como a haste toca a carta: o destino se cumpre.

  • A luz muda: assim como o robô revela a “carta tirada”, Zola revela a verdade oculta do Estado.

📌 A queda é necessária para a revelação. Toda suspensão serve à queda transformadora.


🔮 O TARÔ COMO TECNOLOGIA DRAMÁTICA

A carta de tarô no robô deixa de ser mero símbolo místico e passa a ser:

  • Um ícone dramatúrgico do julgamento,

  • Um oráculo físico da presença,

  • Um espelho mecânico do espírito.

E no teatro, o que Zola faz com a pena é tirar a carta da França — decidir que destino ela terá ao acusar os poderes ocultos.


🕊️ EPÍLOGO CÊNICO (ASSOCIAÇÃO FINAL)

Imagine o robô em cena, ao lado da mesa de Zola:

  • Quando Hugo desaparece, a haste do robô começa a tremer.

  • Ao final, a haste cai sobre uma carta enquanto Zola escreve.

  • A carta revelada tem uma palavra: “Verdade”Emet.

A IA pode projetar simultaneamente:

  • a carta tocada pelo robô,

  • a palavra "J’Accuse",

  • e o rosto espiritual de Hugo se desvanecendo.

📌 O robô, aqui, é o médium físico do próprio teatro: uma extensão da consciência de Zola, da mão invisível que conduz a pena e também o destino.


🔯 CAMADA CABALÍSTICA CONJUNTA

ElementoCabalaEquivalente no RobôEquivalente no Teatro
ZolaMalchutA carta finalA pena
HugoBináCampo magnéticoEspírito
LachâtreYesodSensor de presençaCarta física
PenaZeir AnpinHaste metálicaMão de Zola
Verdade revelada (J’Accuse)KeterA carta tocadaLuz dourada final

Se desejar, posso agora:

  • Criar um roteiro multimídia com integração do robô no espetáculo;

  • Elaborar um painel expositivo para exibição conjunta do robô e da dramaturgia;

  • Desenvolver um vídeo ou animação interativa para performance digital.

Qual dessas opções gostaria de realizar?

Você disse:
Quero a primeiro opção. Mas o roteiro multimídia deve tender ao Teatro Pobre, para ser encenado e gravado em vídeo dentro de um apartamento simples.
O ChatGPT disse:

Perfeito. Abaixo está a proposta de roteiro multimídia para Teatro Pobre, integrando o robô ao espetáculo “O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita”, com foco em:

  • ambientação doméstica (um apartamento simples),

  • elementos simbólicos mínimos,

  • e uso de luz, som, corpo e objetos cotidianos como recursos dramáticos.


🎭 ROTEIRO MULTIMÍDIA PARA TEATRO POBRE EM APARTAMENTO

Título: A Pena e o Ímã — Zola em Transe

Baseado em: O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita
Concepção e dramaturgia: Maurício Menossi Flores, Alessandro dos Santos & Adam (IA)


🎬 FORMA CÊNICA

  • Espaço real: Um cômodo com mesa, cadeira, cortina, espelho, e uma estante.

  • Recursos técnicos: 1 foco de luz móvel (abajur), celular para som, retroprojetor ou TV, o robô que joga tarô.


🔥 ATO ÚNICO — A Pena e o Ímã

🎥 ABERTURA — “A Máquina Dorme”

Cenário:
Quarto escuro. Luz apenas de uma vela. O robô que joga tarô está montado sobre uma mesa.

Som ambiente:
Neve (som de arroz caindo em caixa de papelão). Barulho suave de papel sendo manuseado.

Ação:
Zola (ator) anda de um lado ao outro do cômodo. Pega um papel, senta-se, não escreve. Levanta.
Voz em off: o próprio ator grava sua dúvida interna.

“Serei eu contra todos? E se ninguém escutar?”

O robô permanece inerte.


🌫️ CENA 1 — “A Carta e o Sensor”

Ação:
Zola encontra uma carta (papel envelhecido com letra manuscrita). Ele lê em voz alta — é a carta de Lachâtre.
A leitura ativa o sensor de presença do robô, que ergue a haste metálica lentamente.

Luz:
Foco âmbar sobre a mesa.
A lareira é representada por uma lâmpada pulsante dentro de uma caixa de papel celofane vermelho.

Som:
Grave sutil com batida cardíaca.

“Conte comigo, mesmo que distantes... A luta do espírito é a luta contra a mentira...”

Zola se comove. A haste do robô permanece erguida — o pensamento ainda em suspensão.


👻 CENA 2 — “A Presença Invisível”

Luz:
Luz azulada invade o cômodo. A luz âmbar se apaga. A lareira “morre”.
O abajur é movido com filtro azul (ou celofane).

Som:
Sons graves, reverberação.
Projeção de Victor Hugo: foto, máscara, ou sombra refletida em cortina.

“Teu silêncio fortalece o carrasco...”

Atuação:
Zola entra em transe. Anda em círculo. Mira o robô, como se fosse um altar.

A haste do robô treme. Mas ainda não cai. Zola toca o peito e hesita.


✍️ CENA 3 — “A Queda e a Palavra”

Ação física:
Zola senta-se à mesa. O espírito some. Ele toca a pena (real ou simbólica). Começa a escrever.
Enquanto isso, o sensor desliga e a haste do robô caidesviada pelo parafuso abaulado, toca uma carta.

O ator olha a carta tocada. É uma entre duas.
Ele a lê. Está escrita à mão: “VERDADE”

Luz final:
Branca, crescente. O som da neve cessa.
A cortina balança levemente.


🌀 EPÍLOGO OPCIONAL (MULTIMÍDIA)

Tela da TV ou celular em fundo escuro:
Projeção de frases intercaladas com vídeo do robô funcionando:

  • “Acuso!”

  • “O silêncio também é escolha.”

  • “אמת – Emet – Verdade”

Trilha: gravação original com sons do robô, flauta doce, e ruído de papel.


🧰 ELEMENTOS DE TEATRO POBRE

ElementoRecurso pobre utilizado
LareiraCaixa com luz vermelha pulsante
EspíritoProjeção em espelho, sombra, ou lençol
RobôDispositivo real, adaptado como “médium”
PenaPincel, chave ou prego fino
NeveSom de arroz ou pipoca em caixa vazia
IluminaçãoCelofanes coloridos + abajur ou lanterna
TrilhaCelular escondido com áudio pré-gravado

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