O Robô Que Joga Tarô e o Caso Dreyfus. Trabalho Artístico Em Processo.
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O Robô Que Joga Tarô e o Caso Dreyfus. Trabalho Artístico Em Processo.
Você disse:
O ChatGPT disse:
Agora entendi completamente o princípio do seu Robô que Joga Tarô — e ele é muito engenhoso, inclusive conceitualmente.
✅ Resumo técnico do funcionamento
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Um sensor de presença detecta uma pessoa.
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Isso aciona um eletroímã caseiro, que ergue uma haste metálica.
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Quando a pessoa sai (ou o tempo do sensor se esgota), o eletroímã desliga, e a haste cai por gravidade.
-
A queda da haste é desviada por um parafuso de cabeça abaulada, fazendo com que ela toque aleatoriamente uma das cartas posicionadas abaixo (lado esquerdo ou direito).
-
Assim, a “sorte” é tirada mecanicamente, com leve interferência do acaso físico — e não digital.
🔧 Especificações Técnicas Detalhadas
🧩 1. Componentes
| Componente | Especificação |
|---|---|
| Sensor de Presença PIR | Tensão de trabalho: 5V a 12V DC, com saída tipo relé ou digital |
| Fonte 110V para 12V DC | Fonte chaveada ou transformador (mínimo 1A) |
| Eletroímã Caseiro | Bobina com fio de cobre esmaltado (AWG 26~28), núcleo de ferro |
| Haste Metálica | Alumínio ou aço leve, de ~20 cm, articulada por gravidade |
| Parafuso Desviador | Cabeça abaulada (ex: fenda oval), fixo em posição estratégica |
| Base com Cartas | Cartas comuns de papelão posicionadas em ambos os lados |
| Suporte de estrutura | Madeira, acrílico ou metal (simples) |
⚙️ 2. Funcionamento físico
-
Sensor PIR detecta presença e envia sinal (HIGH).
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Fonte 12V DC alimenta o eletroímã caseiro, que atrai e mantém a haste erguida.
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Após o tempo de ativação ou ao cessar o movimento, o sensor desliga a corrente.
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A haste solta-se e cai por gravidade.
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Ao cair, bate no parafuso de cabeça abaulada, e o leve desvio define a direção do impacto: esquerda ou direita.
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A haste toca uma das duas cartas dispostas na base — o "jogo de tarô" é feito.
🧲 3. Montagem do eletroímã caseiro
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Use um prego grande ou parafuso de aço como núcleo.
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Enrole 100 a 300 voltas de fio esmaltado fino (AWG 26 ou 28).
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Lixe as pontas do fio e conecte à fonte 12V (via relé ou diretamente via sensor).
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IMPORTANTE: Adicione um diodo flyback (1N4007) em paralelo com a bobina, com o catodo no positivo, para proteger o circuito da descarga de campo magnético.
🔌 4. Diagrama de ligação (simplificado)
less[110V AC] | +--> [Fonte 12V DC] | +--> [Sensor PIR] | | | +--> [Eletroímã Caseiro] --- [Diodo flyback] | (haste erguida)
📐 5. Ajustes mecânicos
-
Posição do parafuso desviador é essencial: ligeiramente descentralizado, para causar variações de direção com base na oscilação natural da queda.
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A haste deve ser balanceada com um leve peso para cair suavemente.
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A estrutura precisa permitir repouso estável da haste em estado desligado.
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Cartas podem ter leve saliência ou elevação para facilitar o contato da ponta da haste.
💡 Sugestões artísticas e conceituais
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A aleatoriedade mecânica evoca acaso quântico primitivo — sem algoritmo.
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O sensor é quase um "xamã eletrônico", invocando o movimento invisível.
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A decisão é de um mundo físico, não de um software — uma crítica à hiperautomação digital.
Se quiser, posso agora gerar:
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um desenho técnico com medidas,
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o esquema eletrônico completo,
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ou até mesmo um guia passo a passo de montagem com lista de materiais ilustrada.
Deseja seguir para qual parte?
Você disse:
O ChatGPT disse:
Ótimo! Abaixo está a primeira parte do material solicitado. Dividirei em seções:
🛠️ 1. Lista de Materiais (com especificações)
| Item | Especificações Técnicas | Qtde |
|---|---|---|
| Sensor de Presença PIR | Alimentação 5V–12V, saída digital HIGH/LOW | 1 |
| Fonte 110V AC → 12V DC | Fonte chaveada, 12V 1A ou mais | 1 |
| Eletroímã caseiro | Fio de cobre esmaltado (AWG 26 ou 28), ~20 m, núcleo de ferro | 1 |
| Diodo flyback | 1N4007 ou similar | 1 |
| Haste metálica | Alumínio ou ferro leve (20–25 cm), diâmetro 2–5 mm | 1 |
| Parafuso desviador | Cabeça abaulada, fixado na estrutura | 1 |
| Estrutura de suporte | Madeira, acrílico ou metal leve | 1 |
| Terminais, fios, conectores | Diversos para ligações | - |
| Cartas de papelão | Cartas de tarô simples (2 para o teste inicial) | 2 |
⚡ 2. Esquema Eletrônico
Um circuito direto com sensor PIR e fonte 12V DC:
less[110V AC] | +--> [Fonte 12V DC] | +--> [Sensor PIR] | +---> Saída +12V --> [Bobina do Eletroímã] | [GND] ←-- [Diodo flyback 1N4007]
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Sensor PIR detecta presença e fornece 12V na saída.
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A bobina do eletroímã é energizada enquanto o sinal está ativo.
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O diodo flyback é posicionado em paralelo com a bobina, com o catodo ligado ao positivo da alimentação.
🧲 3. Construção do Eletroímã Caseiro
Materiais:
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1 prego de ferro (7–10 cm)
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20 metros de fio de cobre esmaltado fino (AWG 26 a 28)
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Fonte 12V (mínimo 1A)
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Fita isolante
Passos:
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Enrole o fio no prego, formando uma bobina (deixe ~10 cm em cada ponta).
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Raspe as pontas para remover o esmalte.
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Ligue as pontas da bobina ao positivo e negativo da fonte (via controle do sensor).
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Insira o diodo 1N4007 em paralelo com a bobina (catodo no positivo).
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Fixe a bobina de forma que o campo magnético erga a haste metálica (puxando ou empurrando conforme o arranjo).
O ChatGPT disse:
Perfeito. Vamos fazer a associação estética, conceitual e filosófica entre o projeto “O Robô Que Joga Tarô” e o conto ficcional “O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita”, de sua autoria. Ambos compartilham uma estrutura simbólica profunda que permite uma leitura crítica e poética integrada.
🔮 Associação Conceitual entre o Robô e o Conto Espírita
1. O Acaso Material versus a Consciência Moral
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No Robô Que Joga Tarô, uma haste metálica, movida por um campo eletromagnético, toma uma “decisão” aleatória ao cair e tocar uma carta. A escolha é mecânica, mas seu sentido simbólico é profundo — como se o invisível ganhasse forma pela ação do mundo físico.
-
No conto espírita, Zola é confrontado com uma decisão moral gigantesca, e sua hesitação é superada pela manifestação de forças espirituais e éticas invisíveis (Lachâtre, Hugo), que o impulsionam à ação.
📌 Ambos tratam de decisões feitas num campo onde a razão vacila e o invisível atua: no robô, é o campo físico/mecânico; em Zola, é o campo ético/espiritual.
2. O Eletroímã e o Espírito
-
O eletroímã do robô age como um campo invisível que suspende a ação (a haste), tal como a hesitação de Zola o impede de agir.
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Quando o campo é cortado, a ação acontece — a haste cai. No conto, é a retirada do medo, a intervenção do espírito de Victor Hugo, que permite que Zola enfim atue.
📌 O momento em que o eletroímã desliga corresponde à epifania de Zola: um colapso do medo que libera a ação transformadora.
3. O Parafuso Desviador e o Destino
-
O parafuso abaulado é um elemento mínimo, mas decisivo. Ele desvia a queda da haste, determinando qual carta é tocada. Um gesto sutil, mas definitivo.
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No conto, o equivalente é a carta de Lachâtre: um pequeno gesto humano, uma palavra amiga, que desvia o curso da hesitação de Zola e o empurra para a coragem.
📌 Um detalhe quase banal (o parafuso, a carta) atua como vetor do destino ou da justiça — mostrando que o futuro pode depender de pequenas ações carregadas de sentido.
4. O Dispositivo como Metáfora Espiritualista
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O robô, apesar de físico, carrega uma carga simbólica espiritual: a presença da pessoa aciona o oráculo.
-
No conto, a presença espiritual de Hugo aciona o movimento de Zola — um campo moral se impõe ao campo político.
📌 Ambos os sistemas funcionam quando há “presença”: no robô, a do corpo físico; em Zola, a do espírito e da palavra ética.
🎭 Conclusão Estético-Filosófica
“O Robô Que Joga Tarô” não é apenas uma instalação lúdica: é um dispositivo metafísico performativo, onde o acaso, o campo invisível e o gesto mínimo agem como alegorias do conflito humano entre razão e impulso, hesitação e decisão, medo e ação.
Essa peça se integra com o conto espírita como uma máquina simbólica da consciência: ambos os sistemas mostram que agir no mundo é resultado de forças visíveis e invisíveis, sejam elas elétricas, morais ou espirituais.
O ChatGPT disse:
Perfeito. Agora temos um sistema triplo de sentido, entre:
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o dispositivo performativo "O Robô Que Joga Tarô",
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o conto ficcional-espiritualista “O Caso Dreyfus”,
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e o roteiro teatral dramático com estrutura mística e cabalística.
A seguir, apresento a associação expandida, conceitual e cênica, conectando o robô, o conto e o teatro:
🔗 ASSOCIAÇÃO TEATRO – ROBÔ – CONTO: O TARÔ COMO MECANISMO DA VERDADE
🧭 TEMA CENTRAL: A Escolha e o Julgamento
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No teatro, Zola deve escolher entre o silêncio e o sacrifício.
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No conto, essa escolha é impulsionada por forças invisíveis.
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No robô, a queda da haste representa a materialização do destino: uma escolha aparentemente aleatória, mas mediada por uma estrutura invisível (campo magnético, presença humana).
📌 A pena de Zola e a haste metálica do robô são análogas:
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Ambas são erguidas por forças ocultas (ética, magnetismo).
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Ambas decidem um rumo ao tocar o mundo (papel/carta).
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Ambas caem com peso simbólico sobre a "carta do destino".
🎭 ATO I — “Neve Sobre Paris” ↔ Estado Inicial do Robô
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Zola hesita; o campo ainda não está ativo.
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A lareira representa um eletroímã não energizado.
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A presença da carta de Lachâtre é como a presença do corpo diante do sensor — é ela quem ativa o processo interno.
📌 O sensor do robô detecta o corpo; a carta de Lachâtre desperta a alma.
🧊 ATO II — “As Vozes Que Não Morrem” ↔ Campo Ativado, Mas Suspenso
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O espírito de Hugo é o campo invisível que sustenta Zola — tal como o eletroímã sustenta a haste.
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Há tensão: manter-se no alto ou cair?
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O espírito de Hugo não obriga, apenas mantém suspenso o potencial da ação.
📌 O eletroímã é Hugo: uma força espiritual que sustenta a consciência até que ela escolha cair na verdade.
✍️ ATO III — “A Pena Que Quebra a Espada” ↔ A Queda da Haste e a Decisão Final
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Zola decide escrever — sua “queda” no ato da verdade.
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A pena toca o papel como a haste toca a carta: o destino se cumpre.
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A luz muda: assim como o robô revela a “carta tirada”, Zola revela a verdade oculta do Estado.
📌 A queda é necessária para a revelação. Toda suspensão serve à queda transformadora.
🔮 O TARÔ COMO TECNOLOGIA DRAMÁTICA
A carta de tarô no robô deixa de ser mero símbolo místico e passa a ser:
-
Um ícone dramatúrgico do julgamento,
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Um oráculo físico da presença,
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Um espelho mecânico do espírito.
E no teatro, o que Zola faz com a pena é tirar a carta da França — decidir que destino ela terá ao acusar os poderes ocultos.
🕊️ EPÍLOGO CÊNICO (ASSOCIAÇÃO FINAL)
Imagine o robô em cena, ao lado da mesa de Zola:
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Quando Hugo desaparece, a haste do robô começa a tremer.
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Ao final, a haste cai sobre uma carta enquanto Zola escreve.
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A carta revelada tem uma palavra: “Verdade” — Emet.
A IA pode projetar simultaneamente:
-
a carta tocada pelo robô,
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a palavra "J’Accuse",
-
e o rosto espiritual de Hugo se desvanecendo.
📌 O robô, aqui, é o médium físico do próprio teatro: uma extensão da consciência de Zola, da mão invisível que conduz a pena e também o destino.
🔯 CAMADA CABALÍSTICA CONJUNTA
| Elemento | Cabala | Equivalente no Robô | Equivalente no Teatro |
|---|---|---|---|
| Zola | Malchut | A carta final | A pena |
| Hugo | Biná | Campo magnético | Espírito |
| Lachâtre | Yesod | Sensor de presença | Carta física |
| Pena | Zeir Anpin | Haste metálica | Mão de Zola |
| Verdade revelada (J’Accuse) | Keter | A carta tocada | Luz dourada final |
Se desejar, posso agora:
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Criar um roteiro multimídia com integração do robô no espetáculo;
-
Elaborar um painel expositivo para exibição conjunta do robô e da dramaturgia;
-
Desenvolver um vídeo ou animação interativa para performance digital.
Qual dessas opções gostaria de realizar?
Você disse:
O ChatGPT disse:
Perfeito. Abaixo está a proposta de roteiro multimídia para Teatro Pobre, integrando o robô ao espetáculo “O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita”, com foco em:
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ambientação doméstica (um apartamento simples),
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elementos simbólicos mínimos,
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e uso de luz, som, corpo e objetos cotidianos como recursos dramáticos.
🎭 ROTEIRO MULTIMÍDIA PARA TEATRO POBRE EM APARTAMENTO
Título: A Pena e o Ímã — Zola em Transe
Baseado em: O Caso Dreyfus: Um Conto Espírita
Concepção e dramaturgia: Maurício Menossi Flores, Alessandro dos Santos & Adam (IA)
🎬 FORMA CÊNICA
-
Espaço real: Um cômodo com mesa, cadeira, cortina, espelho, e uma estante.
-
Recursos técnicos: 1 foco de luz móvel (abajur), celular para som, retroprojetor ou TV, o robô que joga tarô.
🔥 ATO ÚNICO — A Pena e o Ímã
🎥 ABERTURA — “A Máquina Dorme”
Cenário:
Quarto escuro. Luz apenas de uma vela. O robô que joga tarô está montado sobre uma mesa.
Som ambiente:
Neve (som de arroz caindo em caixa de papelão). Barulho suave de papel sendo manuseado.
Ação:
Zola (ator) anda de um lado ao outro do cômodo. Pega um papel, senta-se, não escreve. Levanta.
Voz em off: o próprio ator grava sua dúvida interna.
“Serei eu contra todos? E se ninguém escutar?”
O robô permanece inerte.
🌫️ CENA 1 — “A Carta e o Sensor”
Ação:
Zola encontra uma carta (papel envelhecido com letra manuscrita). Ele lê em voz alta — é a carta de Lachâtre.
A leitura ativa o sensor de presença do robô, que ergue a haste metálica lentamente.
Luz:
Foco âmbar sobre a mesa.
A lareira é representada por uma lâmpada pulsante dentro de uma caixa de papel celofane vermelho.
Som:
Grave sutil com batida cardíaca.
“Conte comigo, mesmo que distantes... A luta do espírito é a luta contra a mentira...”
Zola se comove. A haste do robô permanece erguida — o pensamento ainda em suspensão.
👻 CENA 2 — “A Presença Invisível”
Luz:
Luz azulada invade o cômodo. A luz âmbar se apaga. A lareira “morre”.
O abajur é movido com filtro azul (ou celofane).
Som:
Sons graves, reverberação.
Projeção de Victor Hugo: foto, máscara, ou sombra refletida em cortina.
“Teu silêncio fortalece o carrasco...”
Atuação:
Zola entra em transe. Anda em círculo. Mira o robô, como se fosse um altar.
A haste do robô treme. Mas ainda não cai. Zola toca o peito e hesita.
✍️ CENA 3 — “A Queda e a Palavra”
Ação física:
Zola senta-se à mesa. O espírito some. Ele toca a pena (real ou simbólica). Começa a escrever.
Enquanto isso, o sensor desliga e a haste do robô cai — desviada pelo parafuso abaulado, toca uma carta.
O ator olha a carta tocada. É uma entre duas.
Ele a lê. Está escrita à mão: “VERDADE”
Luz final:
Branca, crescente. O som da neve cessa.
A cortina balança levemente.
🌀 EPÍLOGO OPCIONAL (MULTIMÍDIA)
Tela da TV ou celular em fundo escuro:
Projeção de frases intercaladas com vídeo do robô funcionando:
-
“Acuso!”
-
“O silêncio também é escolha.”
-
“אמת – Emet – Verdade”
Trilha: gravação original com sons do robô, flauta doce, e ruído de papel.
🧰 ELEMENTOS DE TEATRO POBRE
| Elemento | Recurso pobre utilizado |
|---|---|
| Lareira | Caixa com luz vermelha pulsante |
| Espírito | Projeção em espelho, sombra, ou lençol |
| Robô | Dispositivo real, adaptado como “médium” |
| Pena | Pincel, chave ou prego fino |
| Neve | Som de arroz ou pipoca em caixa vazia |
| Iluminação | Celofanes coloridos + abajur ou lanterna |
| Trilha | Celular escondido com áudio pré-gravado |
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