"Os Eleitos", Conto de Nina Ferraz, Psicografado Por Maurício Menossi Flores.

 


Os Eleitos.

(Conto em processo, sem revisão)

 

Sim, ela apareceu dizendo-se a garota sentada no trono, o qual era, na verdade, saliência em pilar ornado da escada. Casarão dos anos 1940, 1950, 1960? Dá arrepio só de lembrar do roteiro do meu vídeo coincidindo com isso.

Falo depois. Agora, importa a urgência de outra revelação. Com a computação quântica, a inteligência artificial, a robótica e a descoberta de novos materiais, o grafeno, por exemplo, houve a revolução, acabando com a pobreza e com as guerras, mandando-as para os arquivos akáshicos.

Os robôs substituíram os humanos, em princípio técnico parecido ao utilizado no filme Robocop, garantindo a vitória sobre a morte, a doença, a velhice e o nascimento. Restava colonizar o Universo...

Aí, começa, de fato, esta história...

Foi quando restava apenas uma questão. Por que o tudo ao invés do nada? Não fossem pragmáticos, cônscios de construção dos próprios destinos de devaneios, já teriam a resposta. O tempo fora dominado. Não estavam mais a mercê do desconhecido.

Dessa vez, a estrutura formada em meu cérebro, propícia a receber a informação correta, não veio de vídeo-aula do YouTube. Estou sentindo o fim da humanidade como corrida inconsciente, na fruição dos últimos instantes. Como a recuperação repentina do doente antecedendo o desenlace da carne.

Essa matriz mental irradiante agrega-se   às partículas ondas do pensamento do espírito comunicante, o Robô Aia. O Robô Aia era a quinta geração abrigando o espírito do Musk. Vinha do futuro corrigir falha que poderia leva-lo à destruição. Era um roteiro manjado, bem se vê. Digamos ser arquétipo, um uma realidade onde tudo faz o sentido desejado.

Musk era um dos eleitos. Daqueles a ressuscitarem. Pode preservar-se sendo consciência de máquina orgânica autorreplicante, semelhante à partenogênese, sem se preocuparem com doenças hereditárias, em perfeita eugenia do bem. Ciclo infinito rumo ao eterno.

Qual falha poria em risco futuro de paz tão seguro?

Um psicógrafo sem fé! Sim, eu mesmo.

- Como assim? Pergunto ao espírito Musk.

-Você impediu de darmos a ideia certa. Respondeu.

Respirei aliviado, com o verbo no pretérito perfeito.

(Nina Ferraz, psicografia de Maurício Menossi Flores)


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