"Um Sonho Muito Louco", Conto-Profecia de Maurício Flores, Artista Amador Paulistano.
Um Sonho Muito Louco
(em processo, sem revisão)
Procurava endereço de aluno particular na Rua Dois.
Havia casas ricas e outras muito simples e velhas.
Ao final da rua sem saída, vários botecos como aqueles encontrados em praias.
Vi-me em um bilhar. Espécie de clube fechado.
Vieram fazer a minha inscrição. Havia jogadores de sinuca no local. Observavam-me.
Senta-se, a uma mesa, mulher jovem com o filho, contudo com características femininas. "Ele" chamava-se Charles (um nome inglês...).
Tentava dar aula para o garoto em meio à família dispersa. Família muito rica.
Agora, o garoto era um rapaz loiro e alto. Cabelos não lisos. Ombros estreitos.
Vi-o com lenço cobrindo a boca.
Pedi para tirar aquilo. Precisava ver o seu rosto todo.
Tirou o lenço. Segurei em seus ombros, amigavelmente. Comentei como ele era alto. Ele sorriu. Tinha leve buço.
A mãe chegou da rua com a irmã menor do rapaz.
A menina serviu-me café em copo de vidro. Bebi rapidamente. Antes mesmo dela oferecer-me açúcar. Mas o café já estava adoçado.
Abordei a mãe dizendo ter tirado o lenço do rapaz. Ela também tinha leve buço e os dentes da mandíbula desalinhados. Era de pele suavemente morena. Cabelos bem pretos e lisos.
Perguntei-lhe se o rapaz era tímido.
Afirmou ser o contrário, porém estava enfezado com ela.
Perguntei, após meditar em mim mesmo, quando da idade do rapaz:
- Ele tem algum interesse especial, muito forte?
Ela, meio espantada com a pergunta, respondeu:
- Sim, por cloro (Cl).
(em processo, sem revisão)
Procurava endereço de aluno particular na Rua Dois.
Havia casas ricas e outras muito simples e velhas.
Ao final da rua sem saída, vários botecos como aqueles encontrados em praias.
Vi-me em um bilhar. Espécie de clube fechado.
Vieram fazer a minha inscrição. Havia jogadores de sinuca no local. Observavam-me.
Senta-se, a uma mesa, mulher jovem com o filho, contudo com características femininas. "Ele" chamava-se Charles (um nome inglês...).
Tentava dar aula para o garoto em meio à família dispersa. Família muito rica.
Agora, o garoto era um rapaz loiro e alto. Cabelos não lisos. Ombros estreitos.
Vi-o com lenço cobrindo a boca.
Pedi para tirar aquilo. Precisava ver o seu rosto todo.
Tirou o lenço. Segurei em seus ombros, amigavelmente. Comentei como ele era alto. Ele sorriu. Tinha leve buço.
A mãe chegou da rua com a irmã menor do rapaz.
A menina serviu-me café em copo de vidro. Bebi rapidamente. Antes mesmo dela oferecer-me açúcar. Mas o café já estava adoçado.
Abordei a mãe dizendo ter tirado o lenço do rapaz. Ela também tinha leve buço e os dentes da mandíbula desalinhados. Era de pele suavemente morena. Cabelos bem pretos e lisos.
Perguntei-lhe se o rapaz era tímido.
Afirmou ser o contrário, porém estava enfezado com ela.
Perguntei, após meditar em mim mesmo, quando da idade do rapaz:
- Ele tem algum interesse especial, muito forte?
Ela, meio espantada com a pergunta, respondeu:
- Sim, por cloro (Cl).
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