"Lição de Casa". Poema de Ari, o Homem Pássaro. Psicografia de Maurício Flores, Artista Amador Paulistano. Ano 2020.
Lição de Casa
(em processo, sem revisão)
(em processo, sem revisão)
Nem ao meu
Próprio corpo
Entendo, ainda.
Rio, tornando-me
Ridículo.
Algo compassivo
Fez-me
Bobo.
Diante do dono do bar
Passei por estranho.
Foram quantos
passos que
Contei
Cego, de novo?
Esqueci do abacateiro.
Onde os carcarás
Repousam.
Vou morrer
Antes dele
Só por não
Lembrar-me?
Recebi
A visita
De amigo.
E despertei
Nele
Pensamento
Desconhecido.
Talvez
Um carro
De oito
Válvulas
Tenha
Mais
Significado
Nessa
Hora
Sem
Respostas...
Talvez
Um dia
Aprenda
Tocar
Agogô.
Oh, pena!
Estava, lá,
Na parede
Do terreiro,
Perdido
Na
Memória.
Fugi como
Prisioneiro
Da
Cadeia.
Antes do
Barulho
Reclamava.
Agora,
Estranho
O silêncio.
Meu
Próprio
Cérebro
Chia.
Porque o
Ouvido,
Com
Defeito,
Mina
Sonhos.
Um bolo
De
Chocolate
Bem feito.
Uma
Bola
No
Canto do
Quintal.
A tarde
Ensolarada.
Depois da
Lição de casa,
Não entendo
Nada.
Próprio corpo
Entendo, ainda.
Rio, tornando-me
Ridículo.
Algo compassivo
Fez-me
Bobo.
Diante do dono do bar
Passei por estranho.
Foram quantos
passos que
Contei
Cego, de novo?
Esqueci do abacateiro.
Onde os carcarás
Repousam.
Vou morrer
Antes dele
Só por não
Lembrar-me?
Recebi
A visita
De amigo.
E despertei
Nele
Pensamento
Desconhecido.
Talvez
Um carro
De oito
Válvulas
Tenha
Mais
Significado
Nessa
Hora
Sem
Respostas...
Talvez
Um dia
Aprenda
Tocar
Agogô.
Oh, pena!
Estava, lá,
Na parede
Do terreiro,
Perdido
Na
Memória.
Fugi como
Prisioneiro
Da
Cadeia.
Antes do
Barulho
Reclamava.
Agora,
Estranho
O silêncio.
Meu
Próprio
Cérebro
Chia.
Porque o
Ouvido,
Com
Defeito,
Mina
Sonhos.
Um bolo
De
Chocolate
Bem feito.
Uma
Bola
No
Canto do
Quintal.
A tarde
Ensolarada.
Depois da
Lição de casa,
Não entendo
Nada.
(Ari, o Homem Pássaro. Psicografia de Maurício Flores)

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