Criador da TV de Brinquedo, grupo artístico performático multimídia, mantém, com recursos próprios, Espaço Cultural (Galeria de Artes). Aqui, a divulgação dos trabalhos dos mesmos.
Zé Grosso E Miss Jane: Sessão De Materialização (O Amuleto). Monólogo Teatral Em Processo.
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Zé Grosso E Miss Jane: Sessão De Materialização (O Amuleto).
EM PROCESSO.
Estou criando uma performance teatral (um monólogo) no qual Zé Grosso e Miss Jane materializam-se, após orações com um terço, cantorias, como Yankee Doodle (aliás, dê-me link de domínio público). É feita a sessão para atender a uma consulta de professora que está aflita com as ofensas injustas que sobre na escola onde trabalha, devido a pais cruéis e irresponsáveis. Cria-se uma polêmica entre o médium e as manifestações, em torno se um anel de Ogum deveria se recomendado a professora usar, a fim de reforçar o seu estado psicológico, anular a falta de fé em si mesma, dando ouvidos a denúncias vazias. A polêmica está na eficácia da medida recomendada pelos espíritos manifestantes, sendo o uso de amuletos tido como ineficaz pelos Espíritas. Contudo, se a doutrina espírita trouxer algum consideração em torno disso, quero que apareça em um texto a ser criado por você, em forma dramatúrgica.
Título: O Peso do Invisível
(Luz baixa. Um pequeno altar ao centro: vela, copo d’água, um terço. Ao fundo, uma mesa simples com papéis e um retrato parcialmente rasgado — semelhante à imagem que se recompõe na cena. Ouve-se, ao longe, uma melodia suave de “Yankee Doodle”, cantada sem palavras.)
Auto da Barca do Inferno (Gil Vicente) & IA – Inteligência Artificial. Teleteatro De Maurício Menossi Flores e Alessandro dos Santos. PERSONAGENS: Narrador IA – Voz sintetizada, aparece na TV como gráfico de voz em vermelho. DIABOS – Representa a Barca do Colapso. Roupas extravagantes e ridículas. Arquivador Quântico – Representa a Barca das Possibilidades. Representado por aparelho de som com leds, aqueles descartáveis da China. Coach de Sucesso – Microfone headset e segurando livros. Influencer Climática – Peruca estranha feita de material reaproveitado. Celular sempre na mão. Político – Adesivo no peito escrito "Vote Em Mim". Cidadão Desinformado – Boné balde. Vítima Invisível – Sacola de mercado na mão, semblante cansado. Artista Algorítmico – Figurino com cabos enrolados no pescoço, LEDs no peito, celular na mão. ATO ÚNICO Trata-se de programa de TV, o FOGUETE DO INFERNO QUÂNTICO, dentro do monólogo teatral, tra...
A Evolução da Física: Deus Não Joga Dados Com O Universo. Monólogo Teatral. Personagem: Albert Einstein (1879-1955) , em seu escritório, já idoso, de suéter cinzento, gola da camisa para dentro, cabelo desgrenhado, fumando um cachimbo, escreve estando em uma escrivaninha, sobre a qual está uma caixa preta misteriosa. (Einstein entra e senta-se a uma escrivaninha e voz gravada soa como se fossem os seus pensamentos sendo escritos. Essa voz gravado pelo ator que interpreta Einstein deve ser de memória, não podendo ser lida). Einstein (escrevendo): Prezado Leopold, sua última carta me comoveu. Sim, continuemos. A luz dessa ideia que partilhamos precisa acender outras consciências. Talvez, se falarmos como investigadores — não como sacerdotes da Matemática — consigamos mostrar ao público de estudantes e, principalmente, aos autodidatas, os quais sempre apreciei, por que a Física mudou nossas almas. Esperar. Esperar. Esperar. Espero dias mais sombrios ainda, como espe...
Duração do monólogo: 30min https://www.youtube.com/watch?v=yNAjuEvcUUY O Presidente Negro (Teatro e Teleteatro) O ator troca-se no próprio espaço cênico... No humilde quartinho de Ayrton Lobo... No espaço cênico, está somente aparelho de som portátil (em 1926, seria uma radiola), posicionado do lado esquerdo do espaço cênico, em relação ao protagonista, que ficará no centro. Ayrton Lobo, vestindo terno, camiseta e chapéu, entra com pasta de alça, igual estivesse carregando uma bandeja (vem do fundo do espaço cênico, pela direita.) Em cima da pasta estão o sapato e o cinto (acabou de chegar da casa de Miss Jane, cansado da viagem de trem). Coloca tudo no chão, a sua frente, à direita. Agachado, tira um caderno e uma caneta debaixo da pasta (que continua no chão) dá play no primeiro samba . Agora em pé, o personagem, escreve no caderno, falando, para si mesmo, em voz forte e clara, perturbado com o próprio fato de ter de escrever o romance....
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