Planeta Terra, Mundo De Regeneração. Conto De Ficção Científica. Em Processo, Sem Revisão.
Planeta Terra, Mundo De
Regeneração. Conto De Ficção Científica.
Quero, para colocar na gênese do conto produzido,
uma introdução falando do triunfo científico de Kardec (nesse conto que foi
escrito, que eu pedi, como ficção) e de outros pesquisadores, levando a Terra,
através da mudança do sistema econômico para uma sociedade autossuficiente
(devido à tecnologia do ectoplasma e do avanço nas pesquisas dos poderes da
mente humana), de colaboração e de altruísmo, ao invés de sociedade de consumo
e de competição. Cite os cinco livros da codificação e fale da mudança da Terra
para mundo de Regeneração. Quero tudo como se tivesse acontecido até o
presente, desde de Kardec, e não se esqueça que é um conto, uma fantasia.
No decurso dos último cento e sessenta anos, a
humanidade assistiu a um dos mais profundos deslocamentos de paradigma de sua
história. Aquilo que, no século XIX, começou como um esforço metódico de
investigação conduzido por Allan Kardec — com prudência, rigor e espírito
científico — revelou-se, com o tempo, o alicerce de uma nova civilização.
As obras fundamentais da chamada Codificação
Espírita, outrora recebidas com curiosidade por uns e ceticismo por outros — O
Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o
Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese — deixaram de ser
apenas referências doutrinárias para se tornarem marcos inaugurais de uma
ciência nova: a ciência da alma, da consciência e de suas interações com a
matéria.
O que se seguiu foi uma lenta, porém inexorável,
convergência entre espiritualidade e método experimental. Ao longo do século
XX, pesquisadores encarnados e desencarnados — em regime de colaboração cada
vez mais transparente — aperfeiçoaram instrumentos capazes de registrar,
quantificar e analisar o ectoplasma, essa substância intermediária entre os
planos, cuja existência fora inicialmente intuída nos fenômenos mediúnicos.
O século XXI assistiu à virada decisiva.
Com o domínio progressivo da exteriorização
consciente do ectoplasma, sua modelagem e aplicação, a humanidade passou a
dispor de recursos até então considerados impossíveis: materializações
controladas, desmaterializações seguras, transporte instantâneo de objetos e,
posteriormente, de corpos humanos, terapias de autocura mediadas pela mente,
reconstrução tecidual sem intervenção invasiva e comunicação telepática estável
e verificável.
A escassez — fundamento histórico dos sistemas
econômicos baseados na competição — começou a desaparecer.
A produção material, antes dependente de cadeias
industriais complexas, passou a ser, em grande parte, realizada por processos
de condensação ectoplasmática dirigida. Alimentos, vestimentas, instrumentos e
até estruturas habitacionais podiam ser organizadas a partir da vontade
disciplinada e do conhecimento técnico-moral do operador.
Com isso, o antigo modelo de sociedade de consumo
entrou em colapso natural.
Não por imposição, mas por obsolescência.
Gradualmente, emergiu uma organização social
baseada na autossuficiência relativa, na cooperação espontânea e no altruísmo
funcional. O valor deixou de ser medido pela acumulação e passou a ser
reconhecido pela capacidade de contribuir para o equilíbrio coletivo.
A educação transformou-se desde a infância. A
mediunidade, reconhecida como faculdade inerente ao ser humano, passou a ser
desenvolvida com responsabilidade, ética e acompanhamento científico. Crianças
aprendiam não apenas a ler e escrever, mas a perceber, interpretar e governar
seus próprios estados mentais e espirituais.
A mentira — outrora um dos pilares das relações
sociais — tornou-se progressivamente rara, diante da consolidação da
comunicação telepática e da leitura vibratória dos pensamentos. Os sistemas
jurídicos, antes complexos e sobrecarregados, reduziram-se a estruturas
mínimas, uma vez que a transparência psíquica inviabilizou grande parte dos
conflitos baseados em dissimulação.
Paralelamente, práticas antes consideradas
religiosas — como a oração, o passe, a fluidificação da água e a reforma íntima
— tiveram sua eficácia demonstrada em protocolos científicos rigorosos,
integrando-se plenamente às áreas da saúde, da psicologia e da prevenção
social. Os conflitos emocionais, antes enraizados em angústias existenciais,
foram sendo dissolvidos à medida que a sobrevivência do espírito após a morte
se tornou evidência experimental incontestável.
A morte, enfim, perdeu seu caráter de ruptura.
Era transição mensurável, acompanhada,
compreendida.
Nesse cenário, a própria condição espiritual da
Terra se modificou.
Conforme já antecipado na classificação moral dos
mundos apresentada por Kardec, o planeta deixou gradualmente sua condição de
mundo de expiações e provas — marcado pela predominância do sofrimento e da
ignorância — para ingressar na categoria de mundo de regeneração.
Essa transição não se deu sem tensões.
Espíritos ainda vinculados a concepções
materialistas e a padrões de dominação resistiram. Alguns, inclusive, buscaram
adaptar-se aos novos instrumentos, tentando utilizá-los para reinstaurar
antigas formas de controle. Mas a elevação média do padrão moral da humanidade,
aliada à vigilância consciente dos encarnados e desencarnados comprometidos com
o bem, impediu retrocessos significativos.
A Terra, assim, não se tornou perfeita.
Mas tornou-se lúcida.
E foi nesse mundo — onde ciência e espiritualidade
já não se opunham, onde o invisível era objeto de estudo e responsabilidade, e
onde a consciência sobrevivia como fato e não como crença — que novas histórias
começaram a surgir.
Histórias em que o progresso não eliminava os
desafios, mas os tornava mais sutis.
E em que, mesmo sob a luz da verdade comprovada,
ainda era necessário discernir… quem, de fato, falava em nome dela.
Faça um
adendo para reencarnação e seres de outros planetas, o que não foi dito.
Como desdobramento natural desse avanço, dois
aspectos fundamentais da realidade espiritual — já delineados na Codificação,
mas por muito tempo apenas parcialmente compreendidos — alcançaram plena
confirmação científica: a reencarnação e a pluralidade dos mundos habitados.
A reencarnação, tratada de forma sistemática em O
Livro dos Espíritos e aprofundada em O Céu e o Inferno, deixou de
ser hipótese filosófica para tornar-se fenômeno observável, mensurável e, em
certa medida, acompanhável. Com o aperfeiçoamento das técnicas de desdobramento
consciente e dos registros ectoplasmáticos de alta fidelidade, tornou-se
possível acompanhar o percurso do espírito entre existências, desde o
desligamento do corpo físico até sua reintegração em novo organismo.
Equipes interdimensionais, compostas por encarnados
e desencarnados, passaram a estudar os processos reencarnatórios em tempo real,
analisando os vínculos perispirituais, os mecanismos de esquecimento temporário
e os ajustes necessários à programação existencial. A chamada “lei de causa e
efeito” deixou de ser apenas um princípio moral para ser compreendida também em
sua dimensão técnica, revelando a precisão com que cada existência se articula
à anterior, sem prejuízo do livre-arbítrio.
Mais do que isso, em estágios avançados, certos
indivíduos — devidamente preparados — passaram a acessar, com segurança,
fragmentos de suas experiências pretéritas, não por curiosidade, mas com
finalidade terapêutica e educativa. A identidade humana ampliou-se: o “eu” já
não era restrito a uma única vida, mas percebido como continuidade consciente
em processo de aperfeiçoamento.
Paralelamente, confirmou-se de forma inequívoca
aquilo que Kardec já indicara em A Gênese: a Terra jamais estivera
isolada no universo.
Os primeiros contatos com inteligências de outros
mundos não se deram por meio de naves físicas, como outrora imaginado pela
ficção popular, mas através do intercâmbio espiritual. Espíritos originários de
diferentes orbes, em variados graus de evolução, já participavam, há milênios,
do processo terrestre — fato que só pôde ser compreendido plenamente quando a
humanidade adquiriu instrumentos e maturidade moral para reconhecê-lo sem
distorções.
Com o domínio do desdobramento lúcido,
pesquisadores passaram a realizar visitas assistidas a colônias espirituais
vinculadas a outros planetas, estabelecendo intercâmbios científicos, culturais
e éticos. Gradualmente, algumas dessas civilizações, já em estágios mais
avançados de evolução, autorizaram formas mais diretas de contato, inclusive
com manifestações parcialmente materializadas em ambientes controlados.
Esses encontros não foram marcados por
espetacularidade, mas por sobriedade.
Ficou evidente que a diversidade de formas e
organizações sociais no universo era imensa, mas igualmente evidente era a
unidade das leis que regem a vida: evolução, solidariedade e responsabilidade
moral.
A presença desses irmãos de outros mundos teve
impacto profundo na humanidade terrestre. Velhas ideias de centralidade e
superioridade foram definitivamente abandonadas. Em seu lugar, consolidou-se a
noção de pertencimento a uma comunidade cósmica mais ampla, na qual cada
planeta ocupa posição específica em uma vasta escala de progresso.
A própria reencarnação revelou-se mais abrangente
do que se supunha.
Em casos excepcionais, e sempre sob rigoroso
planejamento espiritual, espíritos passaram a reencarnar em mundos diferentes
daquele de origem, participando de missões educativas, processos de auxílio ou
experiências de aprendizado compatíveis com seu grau evolutivo. A Terra, em sua
transição para mundo de regeneração, recebeu e também cedeu espíritos em tais
condições, intensificando seu intercâmbio com outras esferas.
Assim, aquilo que outrora parecia extraordinário —
renascer múltiplas vezes, comunicar-se com os “mortos”, dialogar com
inteligências de outros planetas — tornou-se parte integrada de uma ciência
ampliada da vida.
E, ainda assim, quanto mais se descobria, mais
claro se tornava que o universo não se esgotava nas conquistas já realizadas.
Ele apenas se revelava… etapa por etapa, à medida
que a consciência humana aprendia não apenas a conhecer, mas a merecer saber.
Bom dia! Quero um conto longo no qual o Espiritismo como Ciência vingou. Principalmente com o desenvolvimento de técnicas que possibilitaram o estudo melhor do ectoplasma e a sua participação na quase totalidade das manifestações espíritas, o controle de sua produção, seu comando e inúmeros, quase infinitas, aplicações: medicina não invasiva (com auto cura), materialização e desmaterialização, com teletransporte (inclusive de pessoas), revolucionando o sistema econômico, comunicação mental, colaboração intensiva com cientistas desencarnados, fim de problemas emocionais advindos de conflitos existenciais, redução da violência, através de terapias como a oração, a água fluidificada, o passe, a palestra, e a mudança de hábitos, que tiveram suas eficácias comprovadas cientificamente, bem como todos os demais fenômenos espíritas. Viagens espaciais pelo desdobramento, contatos com ETs, tudo isso já está acontecendo no conto. Inclusive, mentir tornou-se quase um hábito raro, com a capacidade de comunicação telepática, tornando os tribunais quase desnecessários. A volitação era comum. Quero um conto se passando hoje, pois, nesse conto, Kardec e os demais pesquisadores foram levados a sério e muito dinheiro foi investido em pesquisas, bem como o ser humano, na medida em que a sobrevivência do EU, do espírito foi provada, passou a seguir ética de conduta mais expressiva e positiva para a manifestação dos bons espíritos de todas as maneiras. A mediunidade era desenvolvida desde criança. Quero que use o jargão espírita, seguindo os melhores autores, os mais graduados e reconhecidos na intelectualidade espírita. Quero um texto corrido e cujo personagem principal esteja envolvido com uma possível mistificação de espírito bastante violento que quer mudar a ordem mundial e implantar o materialismo.
Bom dia! Aqui vai o conto, conforme você pediu —
longo, com linguagem inspirada no jargão espírita e ambientado num mundo em que
o Espiritismo floresceu como ciência dominante:
O Instituto Central de Pesquisas Psíquicas de São
Paulo não era um lugar silencioso. Ao contrário do que muitos imaginariam, ali
havia um zumbido constante — não de máquinas, mas de mentes. Ondas mentais,
intercâmbios telepáticos, reuniões mediúnicas assistidas por sensores
ectoplasmáticos de última geração. A ciência havia aprendido a medir o
invisível sem desrespeitar sua natureza.
Samuel Tavares atravessava o corredor principal com
passos firmes. Aos trinta e dois anos, era considerado um dos mais promissores
pesquisadores da fenomenologia ectoplasmática aplicada. Sua especialidade:
controle consciente da exteriorização do ectoplasma para fins de materialização
e terapias regenerativas.
Desde criança, como todos de sua geração, Samuel
havia sido educado em centros de desenvolvimento mediúnico. A mediunidade não
era mais tratada como exceção, mas como faculdade humana natural — passível de
educação, disciplina e aperfeiçoamento moral.
Naquela manhã, porém, algo destoava da harmonia
habitual.
— Samuel — chamou Helena, sua colega e mentora —
precisamos conversar no laboratório de desdobramento assistido.
Ele percebeu imediatamente o teor mental dela.
Preocupação. Vigilância. Um leve traço de apreensão que não combinava com a
serenidade habitual dos trabalhadores do Instituto.
— O que houve?
— Um comunicante. — respondeu ela, em voz baixa,
embora ambos soubessem que ali o silêncio era mais uma questão de respeito do
que de necessidade — Um espírito que não se submete aos protocolos de
verificação.
Samuel franziu o cenho.
Isso era raro. Desde que a comunicação telepática
se tornara amplamente validada e instrumentalizada, a mistificação — tão comum
nos séculos anteriores — tornara-se quase inexistente. A transparência mental,
aliada aos instrumentos de leitura vibracional do ectoplasma, praticamente
eliminara a mentira como prática social.
— Um obsessor?
— Mais do que isso — disse Helena — Ele demonstra
conhecimento técnico avançado… mas sua intenção é profundamente perturbadora.
Eles entraram na sala.
No centro, uma câmara semimaterial vibrava em tons
azulados. Ali, um médium em transe projetava ectoplasma em estado controlado,
permitindo a formação parcial de uma entidade visível.
A figura era instável, mas definida o suficiente
para impressionar.
— Eu estava esperando por você, Samuel Tavares —
disse a entidade, antes mesmo de qualquer evocação formal.
Samuel sentiu o impacto. Não das palavras, mas da
vibração.
Havia algo… dissonante. Não exatamente inferior,
como nos obsessores comuns, mas também não alinhado às esferas superiores.
— Identifique-se — disse Samuel, mantendo o
controle mental e emocional, como fora treinado.
A entidade sorriu.
— Identidade é uma convenção… e convenções são
ferramentas de controle. Eu venho propor a libertação da humanidade.
Helena interveio, com firmeza:
— Todo espírito comprometido com a verdade se
submete à análise vibratória e à coerência moral. Você se recusa a ambos.
A figura pareceu intensificar sua forma, como se
utilizasse o ectoplasma com habilidade incomum.
— Porque vocês estão presos a uma ilusão coletiva —
disse — Acreditam que o espírito é eterno, que há continuidade… que há
responsabilidade.
Samuel sentiu um frio interno.
Aquilo não era ignorância. Era intenção.
— Você quer negar a sobrevivência do espírito? —
perguntou ele.
— Não negar — respondeu a entidade — Redefinir.
Houve um silêncio carregado.
— E como pretende fazer isso? — perguntou Samuel.
A resposta veio como uma onda mental poderosa,
quase invasiva:
— Desorganizando a confiança. Introduzindo dúvida.
Mostrando que até mesmo seus métodos podem ser manipulados. Que o ectoplasma…
pode mentir.
Isso era grave.
O ectoplasma havia se tornado a base de toda a
ciência espiritual. Sua análise permitia identificar padrões vibratórios,
intenções, estados morais. Era o elo entre o mundo material e o espiritual.
— Isso é impossível — disse Helena — O ectoplasma
responde à mente e ao padrão moral do médium e do comunicante. Ele não pode
sustentar uma falsidade sem colapsar vibratoriamente.
A entidade riu.
— A menos que alguém aprenda a controlá-lo melhor
do que vocês.
Samuel deu um passo à frente.
— Você está usando o médium como instrumento, mas
sua assinatura vibratória não é estável. Há incoerência. Há fragmentação. Você
não é quem afirma ser.
A figura vacilou por um instante.
Pequeno, mas perceptível.
Samuel aproveitou.
Entrou em estado de semi-desdobramento consciente,
expandindo sua percepção além do campo físico. Sua mente tocou o fluxo
ectoplasmático.
E então viu.
Não era um único espírito.
Era um coletivo.
Uma associação de consciências desarmônicas,
organizadas em torno de uma inteligência dominante. Um núcleo.
— Uma falange — murmurou Samuel — especializada em
manipulação mental.
Helena assentiu.
— Já suspeitávamos.
A entidade voltou a se estabilizar.
— Vocês acreditam que venceram o materialismo —
disse — mas ele apenas mudou de forma. Nós vamos restaurá-lo. Vamos provar que
tudo isso… — fez um gesto amplo — é apenas construção psicológica.
Samuel respondeu com calma:
— Se fosse, não haveria coerência universal nos
fenômenos. Não haveria comunicação interdimensional verificável. Não haveria
cura real.
— A dúvida basta — retrucou a entidade — Basta
plantar a dúvida.
Samuel respirou fundo.
E então fez algo incomum.
Ao invés de confrontar, ele elevou o padrão.
Conectou-se mentalmente com a rede de apoio
espiritual do Instituto. Mentores desencarnados, cientistas do plano
espiritual, consciências dedicadas ao progresso humano.
A sala mudou.
A vibração se elevou.
O ectoplasma tornou-se mais luminoso, mais estável.
A figura começou a se fragmentar.
— Não! — gritou a entidade — Vocês não podem…
Mas já era tarde.
A verdade, ali, não era imposta.
Era sustentada.
E onde há coerência vibratória elevada, a
mistificação não se mantém.
A forma se dissipou.
O médium foi amparado.
Silêncio.
Samuel abriu os olhos lentamente.
— Eles vão tentar de novo — disse Helena.
— Sim — respondeu ele — Mas agora sabemos como.
Ele olhou ao redor.
A humanidade havia avançado.
A mentira era rara. A violência havia diminuído. A
cura era, muitas vezes, interna. A morte já não era um fim, mas transição
compreendida.
Mas ainda havia desafios.
— O progresso não elimina o livre-arbítrio — disse
Samuel — Apenas torna suas consequências mais claras.
Helena sorriu levemente.
— E mais rápidas.
Eles saíram da sala.
Lá fora, pessoas levitavam suavemente em
deslocamentos cotidianos. Crianças treinavam percepção mediúnica em escolas
abertas. Comunicadores interplanetários preparavam contatos com civilizações
extrafísicas.
O mundo havia mudado.
Mas a vigilância moral permanecia essencial.
Porque, mesmo em uma era de luz…
A sombra ainda tentava aprender a falar a linguagem
da verdade.
Maurício Menossi Flores

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